Cinco mil milhões de dólares vão desenvolver o campo petrolífero dos blocos 20 e 21.

Cinco mil milhões de dólares norte americano é o montante que Agência Nacional de Petróleo e Gás e Biocombustíveis e empresas petrolíferas prevêem gastar para a dinamização e desenvolvimento dos blocos 20 e 21, descobertos na costa marítima do Cuanza, sendo uma acção realizada pela primeira vez desde a sua descoberta que perdura já dez anos.

A informação foi hoje, quarta-feira, veiculada na capital do país, Luanda à imprensa pelo Presidente do Conselho da Administração da Agência Nacional de Petróleo e Gás e Biocombustíveis, Paulino Jerónimo. 

De acordo com o PCA, a exploração deste campo petrolífero a Sonangol que detém 20 porcentos, a empresa Total com 80 porcento assinaram os novos termos fiscais e contratuais que vão até, presumivelmente, três meses obter-se a decisão final do investimento ao seu todo visando o desenvolvimento deste campo prevendo uma produção de 70 a 100 mil barris de petróleo diariamente, nos finais  de 2026 e princípios de 2027.

Finalizou que se tudo correr como previsto, a exploração e desenvolvimento deste campo petrolífero vai contribuir para atenuar o declínio na produção e pela primeira vez, " teremos a produção comercial na bacia marítima do Cuanza".

Cinco mil milhões de dólares vão desenvolver o campo petrolífero dos blocos 20 e 21

Cinco mil milhões de dólares norte americano é o montante que Agência Nacional de Petróleo e Gás e Biocombustíveis e empresas petrolíferas prevêem gastar para a dinamização e desenvolvimento dos blocos 20 e 21, descobertos na costa marítima do Cuanza, sendo uma acção realizada pela primeira vez desde a sua descoberta que perdura já dez anos.

Maio 3, 2023 - 17:55
Última atualização   - 09:51
Cinco mil milhões de dólares vão desenvolver o campo petrolífero dos blocos 20 e 21
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Cinco mil milhões de dólares vão desenvolver o campo petrolífero dos blocos 20 e 21

A informação foi hoje, quarta-feira, veiculada na capital do país, Luanda à imprensa pelo Presidente do Conselho da Administração da Agência Nacional de Petróleo e Gás e Biocombustíveis, Paulino Jerónimo. 

De acordo com o PCA, a exploração deste campo petrolífero a Sonangol que detém 20 porcentos, a empresa Total com 80 porcento assinaram os novos termos fiscais e contratuais que vão até, presumivelmente, três meses obter-se a decisão final do investimento ao seu todo visando o desenvolvimento deste campo prevendo uma produção de 70 a 100 mil barris de petróleo diariamente, nos finais  de 2026 e princípios de 2027.

Finalizou que se tudo correr como previsto, a exploração e desenvolvimento deste campo petrolífero vai contribuir para atenuar o declínio na produção e pela primeira vez, " teremos a produção comercial na bacia marítima do Cuanza".