Filda e mais 58 devedores convocados pelo BCI para acerto de contas relacionadas a empréstimos vencidos.

Do grupo de 'kilapeiros' consta a Feira Internacional de Luanda, que está a ser procurada pela Direcção de Recuperação de Crédito daquela instituição bancária detida pelo Grupo Carrinho. Em regra, esta já é uma das fases complexas do processo de recuperação do dinheiro e significa que o banco perdeu a morada habitual dos devedores ou deixou de ver movime tação na contas destes. Mutuários têm 10 dias para responderem à solicitação sob pena de serem lavados à salas comercial do tribunal de Luanda.

Um grupo de perto de 60 devedores, em que se inclui a Feira Internacional de Luanda (FILDA) está a ser convocado pelo Banco de Comércio Indústria (BCI) para tratar de assuntos voltados aops empréstimos que estes contraíram naquela instituição bancária mas que até á data de publicação do aviso no jornal não tinham ainda concluído a liquidação do compromisso, de acordo com um edital que a entidade bancária estampou numa das edições desta semana do Jornal de Angola. 

No grupo de 'caloteiros' está a FILDA, entidade que actualmente é controlada e gerida pelo Grupo Arena, mas que já teve à testa o conhecido gestor Matos Cardoso e o presidente da AIA, José Severino, e outros 58 mutuários chamados para um acerto de contas que, segundo nossas fontes, passará pela renegociação dos prazos ou até mesmo execução de garantias, no caso deste devedores se mostrarem incapazes de restituírem o que pediram ao banco, na altura propriedade do Estado angolano. 

Ao que o Kieto Economia apurou, junto de fonte  do Grupo Arena, as dívidas apontadas pelo BCI ou as que o banco anda atrás são dívidas relativas à gestão de Matos Cardoso, gestor que teve o consulado envolto à polémicas sobre a sua forma de gerir aquela montra de negócios do país e um captador de investimento privado estrangeiro. 

Da lista, estão também a Clínica Boa Esperança e um grupo de conhecidas fazendas, além de particulares e empresas de vários ramos que aparacem na convocatória sem o Número de Identificação Fiscal (NIF). 

Em regra, esta já é uma das fases complexas do processo de recuperação do dinheiro e significa que o banco perdeu a morada habitual dos devedores ou deixou de ver movimentação na contas destes. Assim., e de acordo com a nota do BCI, os mutuários têm 10 dias para responderem à solicitação sob pena de serem lavados à sala comercial do tribunal de Luaanda.

Não é primeira vez que o banco detido pelo Grupo Carrinho faz sair uma nota a chamar  seus clientes a actualizarem seus compromissos junto do banco. Há uma semana, o Novo Jornal inscreveu numa das suas edições que o BCI estava igualmente à procura do paradeiro de vários sócios da antiga Sunnivest, entiadade que recorreu a um emprétimo naquele banco para realização de vários intentos. 

Ao que o jornal apurou, o grupo devedores que tinha acima de 970 milhões Kz para devolver ao banco, só estava disponível a devolver metade ou quase metade deste valor.

Filda e mais 58 devedores convocados pelo BCI para acerto de contas relacionadas a empréstimos vencidos

Do grupo de 'kilapeiros' consta a Feira Internacional de Luanda, que está a ser procurada pela Direcção de Recuperação de Crédito daquela instituição bancária detida pelo Grupo Carrinho. Em regra, esta já é uma das fases complexas do processo de recuperação do dinheiro e significa que o banco perdeu a morada habitual dos devedores ou deixou de ver movime tação na contas destes. Mutuários têm 10 dias para responderem à solicitação sob pena de serem lavados à salas comercial do tribunal de Luanda.

abril 15, 2023 - 15:15
Última atualização   - 09:51
Filda e mais 58 devedores convocados pelo BCI para acerto de contas relacionadas a empréstimos vencidos
© Fotografia por: DR
Filda e mais 58 devedores convocados pelo BCI para acerto de contas relacionadas a empréstimos vencidos

Um grupo de perto de 60 devedores, em que se inclui a Feira Internacional de Luanda (FILDA) está a ser convocado pelo Banco de Comércio Indústria (BCI) para tratar de assuntos voltados aops empréstimos que estes contraíram naquela instituição bancária mas que até á data de publicação do aviso no jornal não tinham ainda concluído a liquidação do compromisso, de acordo com um edital que a entidade bancária estampou numa das edições desta semana do Jornal de Angola. 

No grupo de 'caloteiros' está a FILDA, entidade que actualmente é controlada e gerida pelo Grupo Arena, mas que já teve à testa o conhecido gestor Matos Cardoso e o presidente da AIA, José Severino, e outros 58 mutuários chamados para um acerto de contas que, segundo nossas fontes, passará pela renegociação dos prazos ou até mesmo execução de garantias, no caso deste devedores se mostrarem incapazes de restituírem o que pediram ao banco, na altura propriedade do Estado angolano. 

Ao que o Kieto Economia apurou, junto de fonte  do Grupo Arena, as dívidas apontadas pelo BCI ou as que o banco anda atrás são dívidas relativas à gestão de Matos Cardoso, gestor que teve o consulado envolto à polémicas sobre a sua forma de gerir aquela montra de negócios do país e um captador de investimento privado estrangeiro. 

Da lista, estão também a Clínica Boa Esperança e um grupo de conhecidas fazendas, além de particulares e empresas de vários ramos que aparacem na convocatória sem o Número de Identificação Fiscal (NIF). 

Em regra, esta já é uma das fases complexas do processo de recuperação do dinheiro e significa que o banco perdeu a morada habitual dos devedores ou deixou de ver movimentação na contas destes. Assim., e de acordo com a nota do BCI, os mutuários têm 10 dias para responderem à solicitação sob pena de serem lavados à sala comercial do tribunal de Luaanda.

Não é primeira vez que o banco detido pelo Grupo Carrinho faz sair uma nota a chamar  seus clientes a actualizarem seus compromissos junto do banco. Há uma semana, o Novo Jornal inscreveu numa das suas edições que o BCI estava igualmente à procura do paradeiro de vários sócios da antiga Sunnivest, entiadade que recorreu a um emprétimo naquele banco para realização de vários intentos. 

Ao que o jornal apurou, o grupo devedores que tinha acima de 970 milhões Kz para devolver ao banco, só estava disponível a devolver metade ou quase metade deste valor.