Ministério das finanças augura mercado financeiro nacional mais atrativo.

Vários economistas nacionais  foram unânimes na pretensão de haver um mercado financeiro em Angola mais dinâmica, que permite estimular os vários actores, Estado, empresários e cidadãos, com vista o desenvolvimento socioeconómico sustentável.

O chefe de departamento de investigação de conduta da autoridade da concorrência do Ministério das Finanças,  Domingos Eduardo Tchamba disse que, as estratégias devem resultar na alto suficiência de financiamento da economia nacional.

Acrescentou que o grande indicador do sistema financeiro tem passado a margem do financiamento a economia e, isto é o diferencial da estabilidade dos negócios de estrangeiros fáceis aos nacionais.

“A economia tem sistemas, o mercado financeiro devia ser estimulado, a cumprir uma função de apoio a economia, tem que ser auto suficiente naquilo que é o sistema de financiamento” explicou.

A exemplo frisou ainda que, um sistema financeiro que estivesse a cumprir em grande medida ao financiamento à economia como devia ser, certamente, notava-se desde já a diferença que vemos hoje, da capacidade de um estrangeiro em manter o seu negócio, torná-lo sustentável e inovado. 

Na ocasião,   um dos membros da associação dos industriais de Angola,  Abraão Ngulo  disse que “ os Estado fracassam por introduzir o elemento “exclusividade” ao qual considerou ser um factor de subdesenvolvimento, porque no seu entender, o ganho é para um único grupo empresarial, e deste jeito, prejudicar, consideravelmente, a classe mais vulnerável da sociedade que a população.

“A pequena ou média empresa não tem oportunidade, mas no entanto, os preços dos produtos vão subindo, como é que fica?” Se interrogou, diante deste imbróglio. 

O economista, Augusto Fernandes, aconselha adopção de caminhos que protejam o empresariado nacional, evitar a elevação das tarifas aduaneiras que torna o produto importado mais caro e a inexistência da cobrança de juros ao empresário nacional pelo menos até cinco anos de actividade.

Deste modo, realçou que, a produção nacional torna-se mais acessível ao cidadão e mais módica, ao invés de encarecer o importado, eu posso tornar a minha produção mais barata e ela ter um preço compatível para concorrer com diversas produções.

Mais adiante, acrescentou que o Estado angolano deve conseguir auxiliar os empresários, sobretudo, os nacionais a aumentar a quantidade produzida, exemplificando, no caso, da agricultura, ajuda recaía no apoio por cada hectar a produzir.

Por seu turno, o economista, Afonso Malaca, salientou que, se “nós tivermos grandes défice em termos de produção interna e importamos, haveríamos de ter alguns desajustes”, no entanto, replicou, a necessidade de haver, uma conjugação de esforços que deve ser feito entre os Estado, Empresários e os Cidadãos.

Ministério das finanças augura mercado financeiro nacional mais atrativo

Vários economistas nacionais  foram unânimes na pretensão de haver um mercado financeiro em Angola mais dinâmica, que permite estimular os vários actores, Estado, empresários e cidadãos, com vista o desenvolvimento socioeconómico sustentável.

Maio 6, 2023 - 10:06
Última atualização   - 09:47
Ministério das finanças augura mercado financeiro nacional mais atrativo
© Fotografia por: DR
Ministério das finanças augura mercado financeiro nacional mais atrativo

O chefe de departamento de investigação de conduta da autoridade da concorrência do Ministério das Finanças,  Domingos Eduardo Tchamba disse que, as estratégias devem resultar na alto suficiência de financiamento da economia nacional.

Acrescentou que o grande indicador do sistema financeiro tem passado a margem do financiamento a economia e, isto é o diferencial da estabilidade dos negócios de estrangeiros fáceis aos nacionais.

“A economia tem sistemas, o mercado financeiro devia ser estimulado, a cumprir uma função de apoio a economia, tem que ser auto suficiente naquilo que é o sistema de financiamento” explicou.

A exemplo frisou ainda que, um sistema financeiro que estivesse a cumprir em grande medida ao financiamento à economia como devia ser, certamente, notava-se desde já a diferença que vemos hoje, da capacidade de um estrangeiro em manter o seu negócio, torná-lo sustentável e inovado. 

Na ocasião,   um dos membros da associação dos industriais de Angola,  Abraão Ngulo  disse que “ os Estado fracassam por introduzir o elemento “exclusividade” ao qual considerou ser um factor de subdesenvolvimento, porque no seu entender, o ganho é para um único grupo empresarial, e deste jeito, prejudicar, consideravelmente, a classe mais vulnerável da sociedade que a população.

“A pequena ou média empresa não tem oportunidade, mas no entanto, os preços dos produtos vão subindo, como é que fica?” Se interrogou, diante deste imbróglio. 

O economista, Augusto Fernandes, aconselha adopção de caminhos que protejam o empresariado nacional, evitar a elevação das tarifas aduaneiras que torna o produto importado mais caro e a inexistência da cobrança de juros ao empresário nacional pelo menos até cinco anos de actividade.

Deste modo, realçou que, a produção nacional torna-se mais acessível ao cidadão e mais módica, ao invés de encarecer o importado, eu posso tornar a minha produção mais barata e ela ter um preço compatível para concorrer com diversas produções.

Mais adiante, acrescentou que o Estado angolano deve conseguir auxiliar os empresários, sobretudo, os nacionais a aumentar a quantidade produzida, exemplificando, no caso, da agricultura, ajuda recaía no apoio por cada hectar a produzir.

Por seu turno, o economista, Afonso Malaca, salientou que, se “nós tivermos grandes défice em termos de produção interna e importamos, haveríamos de ter alguns desajustes”, no entanto, replicou, a necessidade de haver, uma conjugação de esforços que deve ser feito entre os Estado, Empresários e os Cidadãos.