Secretariado da ZCLCA expectante para engajar o comércio guiado de Angola.

O secretariado da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA) se encontra expectante, com a organização da 2ª edição sobre a iniciativa do comércio guiado, realizado, quinta-feira, em Luanda, no quadro de integração económica continental

No acto da abertura do evento, o Secretário do Estado para o Comércio, Amadeu Nunes, realçou que a iniciativa permite dinamizar, interagir e encorajar as trocas comerciais  entre as diferentes classes empresáriais da ZCLCA.

O responsável disse, igualmente, que o evento para além de proprocionar maior interação entre as referidas classes, vai facilitar a identificação de empresas, produtos e potenciais mercados visando a exportação.

Segundo o Secretário de Estado, esta exportação é de capital importância para os Estados membros e não só, pelo qual, se deve tirar maio proveito das oportunidades que existem no acordo da  Zona de Comércio Livre Continental Africana, assinado por 42 países dos 55 africanos.

Por sua vez, o Presidente da Câmera do Comércio e Indústria de Angola, Vicente Soares, frisou que, o país tem de arranjar mecanismos para tirar vantagens da ZCLCA e para isso, é “necessário que se comece a implementar estratégias” para que haja maior interação entre os estados.

Fez saber que, “ os países não se conhecem, em termos de oportunidades”, razão pela qual, acrescentou, haver uma necessidade de se criar bases sólidas para a comercialização Internacional.

Esclareceu que o país no ano passado (2022) fez um mapeamento de mercado com fito de identificar os principais países internacionais, pelo que, agora, sustentando a tese de que, urge a necessidade de se realizar um outro a nível continental com vista a  reconhecer o mercado africano e assim, realizar as trocas comerciais a nível da ZCLCA.

O país tem produtos para exportar, agora saber quais produtos? Questionou-se, defendendo a necessidade de aumentar a produção nacional para atender o mercado internacional.

Já o Director do gabinete jurídico do Ministério da Indústria e Comércio, Anatólia Domingos, asseverou que, existem requisitos a serem cumpridos para se fazer parte da iniciativa do Comércio guiado com realce para a publicação da Acta na Pauta Aduaneira.

E, nesta senda, adiantou que, “ estamos a trabalhar com a Administração Geral Aduaneira para cumprir como o nível de legalização dos produtos“ de formas que, sejam cumpridos os respectivos requisitos.

“A zona de Comércio Livre Continental Africana vem facilitar o processo de liberalização das linhas tarifárias pelos estados membros e não só, na verdade ela vem para fomentar o comércio continental ao abrigo do acordo” salientou.

Apontou ainda que o país tem produtos para oferecer ao mercado africano, mas que estes, devem obedecer os padrões de origem exigidos pelo acordo, entre os bens protegidos atualmente estão animais vivos, carne, peixe, leite e laticínios, frutas e v 
O pacto foi ratificado por 42 das 55 nações africanas, cobrindo mais de 70% do comércio entre economias da região, de acordo com o Secretariado da ZCLCA.

A equipa do secretariado é um órgão da União Africana responsável pela criação de um mercado único, que visa engajar Angola na Iniciativa do Comércio guiado, com vista a acelerar a implementação da organização, no quadro de integração econômica continental.

Secretariado da ZCLCA expectante para engajar o comércio guiado de Angola

O secretariado da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA) se encontra expectante, com a organização da 2ª edição sobre a iniciativa do comércio guiado, realizado, quinta-feira, em Luanda, no quadro de integração económica continental

Jun 9, 2023 - 15:38
Última atualização   - 15:49
Secretariado da ZCLCA expectante para engajar o comércio guiado de Angola
© Fotografia por: DR
Secretariado da ZCLCA expectante para engajar o comércio guiado de Angola

No acto da abertura do evento, o Secretário do Estado para o Comércio, Amadeu Nunes, realçou que a iniciativa permite dinamizar, interagir e encorajar as trocas comerciais  entre as diferentes classes empresáriais da ZCLCA.

O responsável disse, igualmente, que o evento para além de proprocionar maior interação entre as referidas classes, vai facilitar a identificação de empresas, produtos e potenciais mercados visando a exportação.

Segundo o Secretário de Estado, esta exportação é de capital importância para os Estados membros e não só, pelo qual, se deve tirar maio proveito das oportunidades que existem no acordo da  Zona de Comércio Livre Continental Africana, assinado por 42 países dos 55 africanos.

Por sua vez, o Presidente da Câmera do Comércio e Indústria de Angola, Vicente Soares, frisou que, o país tem de arranjar mecanismos para tirar vantagens da ZCLCA e para isso, é “necessário que se comece a implementar estratégias” para que haja maior interação entre os estados.

Fez saber que, “ os países não se conhecem, em termos de oportunidades”, razão pela qual, acrescentou, haver uma necessidade de se criar bases sólidas para a comercialização Internacional.

Esclareceu que o país no ano passado (2022) fez um mapeamento de mercado com fito de identificar os principais países internacionais, pelo que, agora, sustentando a tese de que, urge a necessidade de se realizar um outro a nível continental com vista a  reconhecer o mercado africano e assim, realizar as trocas comerciais a nível da ZCLCA.

O país tem produtos para exportar, agora saber quais produtos? Questionou-se, defendendo a necessidade de aumentar a produção nacional para atender o mercado internacional.

Já o Director do gabinete jurídico do Ministério da Indústria e Comércio, Anatólia Domingos, asseverou que, existem requisitos a serem cumpridos para se fazer parte da iniciativa do Comércio guiado com realce para a publicação da Acta na Pauta Aduaneira.

E, nesta senda, adiantou que, “ estamos a trabalhar com a Administração Geral Aduaneira para cumprir como o nível de legalização dos produtos“ de formas que, sejam cumpridos os respectivos requisitos.

“A zona de Comércio Livre Continental Africana vem facilitar o processo de liberalização das linhas tarifárias pelos estados membros e não só, na verdade ela vem para fomentar o comércio continental ao abrigo do acordo” salientou.

Apontou ainda que o país tem produtos para oferecer ao mercado africano, mas que estes, devem obedecer os padrões de origem exigidos pelo acordo, entre os bens protegidos atualmente estão animais vivos, carne, peixe, leite e laticínios, frutas e v 
O pacto foi ratificado por 42 das 55 nações africanas, cobrindo mais de 70% do comércio entre economias da região, de acordo com o Secretariado da ZCLCA.

A equipa do secretariado é um órgão da União Africana responsável pela criação de um mercado único, que visa engajar Angola na Iniciativa do Comércio guiado, com vista a acelerar a implementação da organização, no quadro de integração econômica continental.