Sector de seguros já lucrou mais de 51 milhões Kz em custos com sinistros em 2024.

Os custos com os sinistros aumentaram 138% para mais de 51,1 milhões kz em 2024, contra os 21,4 milhões Kz no primeiro trimestre de 2023, segundo dados da Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG), publicados no seu site nesta segunda-feira, 3.

O sector de Seguros nacional registou um aumento notável no primeiro trimestre do ano, com os prémios a aumentar em 31% em comparação com o mesmo período do ano anterior, impulsionado pelos ramos de “Vida e Não vida”.

O ramo Não Vida continua a dominar os custos com sinistros, e no primeiro trimestre deste ano conseguiu alcançar valores que rondam os mais 50,5 milhões kz (99%), contra os 571 mil Kz (1%) do ramo Vida.

Relativamente ao montante pago por ramos, está na primeira posição o seguro de Saúde (doença) com mais de 12 milhões kz (56%), incêndio e elementos da natureza com 3,9 milhões (18%) e automóvel com 3,2 milhões kz, o que representa 15%.

Em termos de indeminização de seguro directo, os ramos que maior acentuação está o seguro petroquímico 45%, saúde 36% e segue o automóvel com 11%.

 Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros tem um total de 23 seguradoras que actuam no ramo Vida e Não Vida. Destes ainda se juntam 40 fundos, dos quais 11 abertos e 29 fechados.

Sector de seguros já lucrou mais de 51 milhões Kz em custos com sinistros em 2024

Os custos com os sinistros aumentaram 138% para mais de 51,1 milhões kz em 2024, contra os 21,4 milhões Kz no primeiro trimestre de 2023, segundo dados da Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG), publicados no seu site nesta segunda-feira, 3.

Jun 5, 2024 - 17:14
Última atualização   - 17:16
Sector de seguros já lucrou mais de 51 milhões Kz em custos com sinistros em 2024
© Fotografia por: DR
Sector de seguros já lucrou mais de 51 milhões Kz em custos com sinistros em 2024

O sector de Seguros nacional registou um aumento notável no primeiro trimestre do ano, com os prémios a aumentar em 31% em comparação com o mesmo período do ano anterior, impulsionado pelos ramos de “Vida e Não vida”.

O ramo Não Vida continua a dominar os custos com sinistros, e no primeiro trimestre deste ano conseguiu alcançar valores que rondam os mais 50,5 milhões kz (99%), contra os 571 mil Kz (1%) do ramo Vida.

Relativamente ao montante pago por ramos, está na primeira posição o seguro de Saúde (doença) com mais de 12 milhões kz (56%), incêndio e elementos da natureza com 3,9 milhões (18%) e automóvel com 3,2 milhões kz, o que representa 15%.

Em termos de indeminização de seguro directo, os ramos que maior acentuação está o seguro petroquímico 45%, saúde 36% e segue o automóvel com 11%.

 Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros tem um total de 23 seguradoras que actuam no ramo Vida e Não Vida. Destes ainda se juntam 40 fundos, dos quais 11 abertos e 29 fechados.