Supermercado Africana prevê encaixar facturação de 30 mil milhões Kz até Dezembro.

O Supermercado Africana-Discount, localizado no município do Cacuaco em Luanda-Angola, prevê uma facturação de 30 mil milhões de kwanzas até o final do ano 2023, revelou ao Kieto Economia o seu director-geral Pedro Cerdeira.

Julieta Paquete

Os dados foram avançados por altura da comemoração do sexto aniversário do grupo empresarial do sector de distribuição alimentar. 

Ao Kieto Economia, Pedro Cerdeira faz um balaço positivo da evolução da loja. Aliás, avança mesmo que, diariamente, a loja recebe a retalho um total de 3.500 clientes, e tem cerca de 300 funcionários, que impulsionam o aumento do volume de negócio, estimando estas operações e fluxo de clientes levem a loja a um volume de facturação que chegue aos 30 mil milhões de kwanzas.

A loja Africana é  participada do grupo Anseba Company, empresa gestora da rede Kero, constituida pela Accord Group a Pridelma International, UP LDA, e conta com um único estabelecimento “Africana” localizado, no municipio de Cacuaco. 

Questionado sobre a concorrência do mercado, dado o crescimento das distribuidoras alimentares, o responsável defende que a maior concorrência que os supermercados enfrentam é mercado informal que é desleal, pois actua de forma agressiva e concentra 95% da actuação económica e com isso nenhuma economia desenvolve. 

“O mercado informal não paga Imposto, IRT, Caixa Social, IVA não cria postos de trabalho directos e sobretudo há maior especulação de preços, ou seja existe uma onda de especulação de preços, visto que quase não há fiscalização nessa área do mercado econômico angolano”, asseverou o responsável.

O gestor comercial avançou ainda que Angola nunca “será um país moderno se o mercado informal continuar a ter o maior peso da distribuição alimentar e ser o maior ‘apoio’ da produção nacional”.
Entretanto, podem surgir vários e outros supermercados, distribuidoras como a Carrinho, Refriango e outras, nenhuma delas será capaz de concorrer com o mercado informal, concluiu o Director geral do grupo Anseba Company.

O supermercado Africana opera no mercado nacional desde 2017, e comemorou ontem, 24 de outubro de 2023, seis anos de existência.

Supermercado Africana prevê encaixar facturação de 30 mil milhões Kz até Dezembro

O Supermercado Africana-Discount, localizado no município do Cacuaco em Luanda-Angola, prevê uma facturação de 30 mil milhões de kwanzas até o final do ano 2023, revelou ao Kieto Economia o seu director-geral Pedro Cerdeira.

Out 30, 2023 - 15:11
Última atualização   - 17:12
Supermercado Africana prevê encaixar facturação de 30 mil milhões Kz até Dezembro
© Fotografia por: DR
Supermercado Africana prevê encaixar facturação de 30 mil milhões Kz até Dezembro

Julieta Paquete

Os dados foram avançados por altura da comemoração do sexto aniversário do grupo empresarial do sector de distribuição alimentar. 

Ao Kieto Economia, Pedro Cerdeira faz um balaço positivo da evolução da loja. Aliás, avança mesmo que, diariamente, a loja recebe a retalho um total de 3.500 clientes, e tem cerca de 300 funcionários, que impulsionam o aumento do volume de negócio, estimando estas operações e fluxo de clientes levem a loja a um volume de facturação que chegue aos 30 mil milhões de kwanzas.

A loja Africana é  participada do grupo Anseba Company, empresa gestora da rede Kero, constituida pela Accord Group a Pridelma International, UP LDA, e conta com um único estabelecimento “Africana” localizado, no municipio de Cacuaco. 

Questionado sobre a concorrência do mercado, dado o crescimento das distribuidoras alimentares, o responsável defende que a maior concorrência que os supermercados enfrentam é mercado informal que é desleal, pois actua de forma agressiva e concentra 95% da actuação económica e com isso nenhuma economia desenvolve. 

“O mercado informal não paga Imposto, IRT, Caixa Social, IVA não cria postos de trabalho directos e sobretudo há maior especulação de preços, ou seja existe uma onda de especulação de preços, visto que quase não há fiscalização nessa área do mercado econômico angolano”, asseverou o responsável.

O gestor comercial avançou ainda que Angola nunca “será um país moderno se o mercado informal continuar a ter o maior peso da distribuição alimentar e ser o maior ‘apoio’ da produção nacional”.
Entretanto, podem surgir vários e outros supermercados, distribuidoras como a Carrinho, Refriango e outras, nenhuma delas será capaz de concorrer com o mercado informal, concluiu o Director geral do grupo Anseba Company.

O supermercado Africana opera no mercado nacional desde 2017, e comemorou ontem, 24 de outubro de 2023, seis anos de existência.