Volume de negócios entre angola e os EUA cai para 2,3 biliões de USD.

Trocas comerciais entre Angola e os Estados Unidos da América (EUA), que resultam da exportação e comercialização do petróleo, caiem mais de 90 por cento em 15 anos, saindo de 20,9 biliões em 2008 para o actual montante de 2,3 biliões de dólares.

Os dados foram anunciados pelo Presidente da Câmara de Comércio Americana em Angola (AmCham-Angola), Pedro Godinho, no final de mais um Fórum de Negócios, que decorreu em Luanda e serviu para celebrar o 6º aniversário da (Amcham-angola) como um dos mecanismos necessários para inverter o actual quadro comercial e económico entre ambos os países.


Para mudar o quadro desta realidade, o responsável sugere que o governo angolano melhore o ambiente de negócio, sendo uma premissa importante na atracção de investidores americanos, e que se crie mecanismos de facilitação e celeridade nos processos de entrada de potenciais investidores,  que estes sejam feitos num período de  24 ou 48 horas, assemelhando-se a de outras países do mundo onde os americanos investem.


Disse ainda, que é necessário pensar na eventualidade de isentar os vistos de entrada para os investidores, e que mostrou-se aberto e disponível a trabalhar com o governo para melhorar os aspectos pontuais que têm dificultado a entrada de mais investidores no país.


Angola atualmente conta com 60 empresas americanas que actuam em diversas áreas, com destaque para seis no ramo petrolífero e as restantes operam nos sectores da construção,  das telecomunicações e prestação de serviços, visto que ainda este ano 14 empresas manifestaram o interesse de investir em diversos sectores da economia nacional, afirmou.


Já o embaixador dos Estados Unidos em Angola, Tulinabo Mushingi, entende que algumas empresas americanas que actuam fora do sector petrolífero, estão a ganhar contratos em Angola, para implementarem projectos ligados aos sectores das Tecnologias e Telecomunicações, e estão interessadas em contribuir para a criação de novos  postos de trabalho e compartilhar experiências, conhecimento e desenvolvimento do conteúdo local.


O Fórum, visa promover parcerias de negócios entre empresários angolanos e americanos, no crescimento e desenvolvimento socioeconómico de Angola, assim sendo, considera-se que o país tem um forte potencial para fazer parte do grupo de 30 países mais desenvolvidos do mundo (G30), concluiu o diplomata. 



Fonte: Angop

Volume de negócios entre angola e os EUA cai para 2,3 biliões de USD

Trocas comerciais entre Angola e os Estados Unidos da América (EUA), que resultam da exportação e comercialização do petróleo, caiem mais de 90 por cento em 15 anos, saindo de 20,9 biliões em 2008 para o actual montante de 2,3 biliões de dólares.

Set 1, 2023 - 17:25
Última atualização   - 17:26
Volume de negócios entre angola e os EUA cai para 2,3 biliões de USD
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Volume de negócios entre angola e os EUA cai para 2,3 biliões de USD

Os dados foram anunciados pelo Presidente da Câmara de Comércio Americana em Angola (AmCham-Angola), Pedro Godinho, no final de mais um Fórum de Negócios, que decorreu em Luanda e serviu para celebrar o 6º aniversário da (Amcham-angola) como um dos mecanismos necessários para inverter o actual quadro comercial e económico entre ambos os países.


Para mudar o quadro desta realidade, o responsável sugere que o governo angolano melhore o ambiente de negócio, sendo uma premissa importante na atracção de investidores americanos, e que se crie mecanismos de facilitação e celeridade nos processos de entrada de potenciais investidores,  que estes sejam feitos num período de  24 ou 48 horas, assemelhando-se a de outras países do mundo onde os americanos investem.


Disse ainda, que é necessário pensar na eventualidade de isentar os vistos de entrada para os investidores, e que mostrou-se aberto e disponível a trabalhar com o governo para melhorar os aspectos pontuais que têm dificultado a entrada de mais investidores no país.


Angola atualmente conta com 60 empresas americanas que actuam em diversas áreas, com destaque para seis no ramo petrolífero e as restantes operam nos sectores da construção,  das telecomunicações e prestação de serviços, visto que ainda este ano 14 empresas manifestaram o interesse de investir em diversos sectores da economia nacional, afirmou.


Já o embaixador dos Estados Unidos em Angola, Tulinabo Mushingi, entende que algumas empresas americanas que actuam fora do sector petrolífero, estão a ganhar contratos em Angola, para implementarem projectos ligados aos sectores das Tecnologias e Telecomunicações, e estão interessadas em contribuir para a criação de novos  postos de trabalho e compartilhar experiências, conhecimento e desenvolvimento do conteúdo local.


O Fórum, visa promover parcerias de negócios entre empresários angolanos e americanos, no crescimento e desenvolvimento socioeconómico de Angola, assim sendo, considera-se que o país tem um forte potencial para fazer parte do grupo de 30 países mais desenvolvidos do mundo (G30), concluiu o diplomata. 



Fonte: Angop