Mercado do Panga Panga (Kicolo) gera mais de 22 milhões de kwanzas por mês.

Vinte e dois milhões e 500 mil kwanzas é o montante de receitas mensal do mercado informal do Panga Panga, vulgarmente, conhecido como do Kicolo, localizado no distrito urbano do 11 de Novembro, município do Cazenga, província de Luanda.

A kietoeconomia apurou, esta semana, que o referido valor, é a contribuição diaria de duas mil e 500 vendedores,  que diariamente, comercializam diversos produtos no referido mercado informal, que carece de melhores condições ambientais visando acomodar os seus utentes.

Em entrevista aos nossos microfones, o comerciante de peças para motorizadas e bicicletas, António Pedro Matomona disse que todos os dias paga uma taxa de 500 kwanzas e cada rabuteiro contribue com 50 kwanzas no mesmo período.

Por sua vez a vendedora, Angelina António de 45 anos de idade e vende produtos agricolas a mais de cincos anos, realçou que, que paga a taxa diaria de 250 kwanzas e que pretende saber o quê, que a Direcção do referido mercado faz com tanto dinheiro que arrecada.

Para ela, o governo devia investir mais nas condições sanitárias do mercado para evitar-se que quando chove os acessos fiquem intransitáveis e gera um mau estar no seio dos munícipes clientes como vendedores.

O mercado está dividido por vários segmentos entre pavilhões onde se comercializa telemóveis e seus acessórios, cosméticos, meios eléctricos, calçados, roupa usada (fardo), restauração, cabelo e perucas, perfumes, desodorizante, produtos alimentares, tintas e material de construção civil, bebidas alcoólicas, entre outros.

A vendedora de carne de cabrito e porcos, Teresa Cassinda Noky com 39 anos de idade dos quais 15 a trabalhar neste mercado,  fez saber que, quase a vida toda tem sustentado a sua família com os lucros do seu negócio, mas revelou que, actualmente, o comércio  encareceu e a inflação económica está a fazer padecer a população.

Falando sobre a proveniência dos vários e diferentes produtos comercializados neste mercado, Isabel cardoso, jovem de 33 anos destacou que, para a peruca e o cabelo vem do Brasil.

A China e India são conhecidas como países onde são importados material eléctrico, enquanto que, a Turquia e Africa do Sul se destacam o vestuário, da República Democrática do Congo o famosos pano do congo superwax.

Outros comerciantes que falaram ao kietoeconnomia afirmaram mesmo que o a administração municipal do Cazenga devia criar melhores condições de trabalho no mercado, desde a electricidade, água potável, vários quartos de banhos, a pavimentação dos espaços de venda.

Sugeriu ainda a colocação de bancadas fixas, a cobertura do local para evitar-se o sol intenso, a criação de arruamentos e aprimorar a segurança pública, quer com a polícia ou outras empresas de segurança, embora neste capítulo, afirma haver alguma segurança.

Os mercados de Luanda constituem um importante segmento da economia nacional por ser um espaço que cria empregos e coopera com os esforços do governo angolano na política de empregabilidade, o que exige maior responsabilidades pelo Executivo, com vista, a criação de condições salutares para a fluidez do negócio no desenvolvimento harmonioso das famílias angolanas.

Esforços foram evidados para ouvir a direcção do mercado, estes não aceitaram ceder entrevista ao nosso órgão informativo.

Mercado do Panga Panga (Kicolo) gera mais de 22 milhões de kwanzas por mês

Vinte e dois milhões e 500 mil kwanzas é o montante de receitas mensal do mercado informal do Panga Panga, vulgarmente, conhecido como do Kicolo, localizado no distrito urbano do 11 de Novembro, município do Cazenga, província de Luanda.

Jul 26, 2023 - 09:33
Última atualização   - 09:39
Mercado do Panga Panga (Kicolo) gera mais de 22 milhões de kwanzas por mês
© Fotografia por: DR
Mercado do Panga Panga (Kicolo) gera mais de 22 milhões de kwanzas por mês

A kietoeconomia apurou, esta semana, que o referido valor, é a contribuição diaria de duas mil e 500 vendedores,  que diariamente, comercializam diversos produtos no referido mercado informal, que carece de melhores condições ambientais visando acomodar os seus utentes.

Em entrevista aos nossos microfones, o comerciante de peças para motorizadas e bicicletas, António Pedro Matomona disse que todos os dias paga uma taxa de 500 kwanzas e cada rabuteiro contribue com 50 kwanzas no mesmo período.

Por sua vez a vendedora, Angelina António de 45 anos de idade e vende produtos agricolas a mais de cincos anos, realçou que, que paga a taxa diaria de 250 kwanzas e que pretende saber o quê, que a Direcção do referido mercado faz com tanto dinheiro que arrecada.

Para ela, o governo devia investir mais nas condições sanitárias do mercado para evitar-se que quando chove os acessos fiquem intransitáveis e gera um mau estar no seio dos munícipes clientes como vendedores.

O mercado está dividido por vários segmentos entre pavilhões onde se comercializa telemóveis e seus acessórios, cosméticos, meios eléctricos, calçados, roupa usada (fardo), restauração, cabelo e perucas, perfumes, desodorizante, produtos alimentares, tintas e material de construção civil, bebidas alcoólicas, entre outros.

A vendedora de carne de cabrito e porcos, Teresa Cassinda Noky com 39 anos de idade dos quais 15 a trabalhar neste mercado,  fez saber que, quase a vida toda tem sustentado a sua família com os lucros do seu negócio, mas revelou que, actualmente, o comércio  encareceu e a inflação económica está a fazer padecer a população.

Falando sobre a proveniência dos vários e diferentes produtos comercializados neste mercado, Isabel cardoso, jovem de 33 anos destacou que, para a peruca e o cabelo vem do Brasil.

A China e India são conhecidas como países onde são importados material eléctrico, enquanto que, a Turquia e Africa do Sul se destacam o vestuário, da República Democrática do Congo o famosos pano do congo superwax.

Outros comerciantes que falaram ao kietoeconnomia afirmaram mesmo que o a administração municipal do Cazenga devia criar melhores condições de trabalho no mercado, desde a electricidade, água potável, vários quartos de banhos, a pavimentação dos espaços de venda.

Sugeriu ainda a colocação de bancadas fixas, a cobertura do local para evitar-se o sol intenso, a criação de arruamentos e aprimorar a segurança pública, quer com a polícia ou outras empresas de segurança, embora neste capítulo, afirma haver alguma segurança.

Os mercados de Luanda constituem um importante segmento da economia nacional por ser um espaço que cria empregos e coopera com os esforços do governo angolano na política de empregabilidade, o que exige maior responsabilidades pelo Executivo, com vista, a criação de condições salutares para a fluidez do negócio no desenvolvimento harmonioso das famílias angolanas.

Esforços foram evidados para ouvir a direcção do mercado, estes não aceitaram ceder entrevista ao nosso órgão informativo.