Riqueza nacional sobe 4,6% no I trimestre ‘empurrada’ pelo sector petrolífero.

Actividades que mais contribuíram para o desempenho da atividade económica neste período, segundo o INE, foram a extração e refinação do petróleo bruto e gás natural, com 30,4%, e o comércio (26,8%).

O Produto Interno Bruto (PIB) angolano fechou os primeiros três meses de 2024 a registar um crescimento de 4,6% para 18,3 biliões de Kwanzas, de acordo com números do Instituto Nacional de Estatística, extraídos da Folha de Informação Rápida (FIR) daquele órgão.

Em termos homólogos, estes 4,6% no primeiro trimestre do ano, representam o maior aumento verificado desde o primeiro trimestre de 2015. Neste período, registou um crescimento generalizado em todos os sectores da economia, facto que indica uma recuperação robusta e a eficácia das políticas económicas implementadas.

Na prática, o PIB no primeiro trimestre deste ano totalizou 18.327.957 milhões kwanzas (cerca de 19 mil milhões de euros), sendo 180.473 milhões kwanzas (195 milhões de euros) devido aos impostos sobre produtos, líquidos de subsídios.

As atividades que mais contribuíram para o desempenho da atividade económica neste período, segundo o INE, foram a extração e refinação do petróleo bruto e gás natural, com 30,4%, e o comércio (26,8%).

Essa estabilidade do sector petrolífero, avança o documento, fortalece a base económica do país, mas mantém a dependência contínua do petróleo, realçando a necessidade de diversificação económica.

Quanto ao sector agrícola, registou-se o crescimento de 6,2%, fruto das iniciativas governamentais de apoio à agricultura familiar e implementação de novas tecnologias nesta actividade, um factor crucial para a segurança alimentar e redução da dependência das importações.

Já o sector industrial apresenta um crescimento de 4,8%, tendo contribuído para esta cifra, o aumento na produção manufatureira e as actividades de construção, impulsionadas por investimentos em infra-estruturas.

O crescimento industrial implica directamente para a criação de emprego e desenvolvimento de competências, essenciais para a sustentabilidade económica do país.

Com agências

Riqueza nacional sobe 4,6% no I trimestre ‘empurrada’ pelo sector petrolífero

Actividades que mais contribuíram para o desempenho da atividade económica neste período, segundo o INE, foram a extração e refinação do petróleo bruto e gás natural, com 30,4%, e o comércio (26,8%).

Jul 4, 2024 - 11:36
Última atualização   - 15:01
Riqueza nacional sobe 4,6% no I trimestre ‘empurrada’ pelo sector petrolífero
© Fotografia por: DR
Riqueza nacional sobe 4,6% no I trimestre ‘empurrada’ pelo sector petrolífero

O Produto Interno Bruto (PIB) angolano fechou os primeiros três meses de 2024 a registar um crescimento de 4,6% para 18,3 biliões de Kwanzas, de acordo com números do Instituto Nacional de Estatística, extraídos da Folha de Informação Rápida (FIR) daquele órgão.

Em termos homólogos, estes 4,6% no primeiro trimestre do ano, representam o maior aumento verificado desde o primeiro trimestre de 2015. Neste período, registou um crescimento generalizado em todos os sectores da economia, facto que indica uma recuperação robusta e a eficácia das políticas económicas implementadas.

Na prática, o PIB no primeiro trimestre deste ano totalizou 18.327.957 milhões kwanzas (cerca de 19 mil milhões de euros), sendo 180.473 milhões kwanzas (195 milhões de euros) devido aos impostos sobre produtos, líquidos de subsídios.

As atividades que mais contribuíram para o desempenho da atividade económica neste período, segundo o INE, foram a extração e refinação do petróleo bruto e gás natural, com 30,4%, e o comércio (26,8%).

Essa estabilidade do sector petrolífero, avança o documento, fortalece a base económica do país, mas mantém a dependência contínua do petróleo, realçando a necessidade de diversificação económica.

Quanto ao sector agrícola, registou-se o crescimento de 6,2%, fruto das iniciativas governamentais de apoio à agricultura familiar e implementação de novas tecnologias nesta actividade, um factor crucial para a segurança alimentar e redução da dependência das importações.

Já o sector industrial apresenta um crescimento de 4,8%, tendo contribuído para esta cifra, o aumento na produção manufatureira e as actividades de construção, impulsionadas por investimentos em infra-estruturas.

O crescimento industrial implica directamente para a criação de emprego e desenvolvimento de competências, essenciais para a sustentabilidade económica do país.

Com agências